Até às 17 horas deste domingo (11/3), pouco mais de 71 milhões de pessoas já tinham assistido ao vídeo Kony 2012 , seis dias depois de ter sido colocado na Internet. Mas o que impressiona não é apenas a curiosidade em massa por um filme de meia hora, mas a sua proposta de usar os meios de comunicação para transformar um criminoso em celebridade mundial como estratégia para lograr a sua captura.
O vídeo é a principal peça de uma campanha lançada pela organização Crianças Invisíveis (Invisible Children), criada pelo cineasta norte-americano Jason Russell com o objetivo de prender Joseph Kony, o chefe de um grupo armado que age no interior de Uganda. Koni é acusado de usar crianças e adolescentes como soldados encarregados de espalhar o terror nas regiões rurais deste país da África Central, conhecido por ter sido governado pelo excêntrico marechal Idi Amin.
A espantosa velocidade com que o vídeo se espalhou pela internet provocou outro fenômeno não menos impactante materializado nas discussões que gerou em blogs, twitter, redes sociais e veículos da imprensa. A enorme variedade de participantes levou, inevitavelmente, a revelação de uma grande diversidade de dados, fatos e percepções, o que aumentou a complexidade do problema e complicou o trabalho da imprensa.
Postamos aqui apenas a primeira parte do vídeo. Para ver as segunda, terceira, quarta etc . partes do vídeo, acesse o youtube. Nessa primeira parte já dá para se ter uma idéia do problema sofrido pelas crianças africanas.
FONTE: http://carloscastilho.posterous.com/o-video-sobre-as-criancas-invisiveis-de-ugand
















